Cinderela no país das Maravilhas

A fine WordPress.com site

Suicide in a depressed brain

Suicidal.
Nothing that I can write can ease the pain.
The last 3 days in bed again, ressenting everything and everyone.

An agocencric exercize of misery.
I don’t chose it – but people have an hard time to believe in it – that I chose to be unhappy – that’s what they think.
It is NOT TRUE

damaged2I just can’t.
I can’t keep seeing slamming doors, To have to deal with all kind of lack of human respect.
Because until now human nature convinced me that I am an human, therefore I have the right to be treated as one.
But that doesn’t happen. Many times, many times. And i can’t just let go
I want to go, to die.
Die before I am 40.
I am not doing anything here.
Pain is not a path – that’s why I want to leave.

Leave a comment »

Maravilhar

Quando tudo é demasiado interessante, inspirador, enrolamo – nos nessa devoção.

Nesse pasmar.

As medidas práticas de ação – com que até há pouco estava obcecada, perdem importância.

Não cabem no dia.

O tempo abranda. Cinco segundos equivalem a meia-hora.

Impaciência, impulsividade, aparente clarividência.

E depois há momentos PERFEITOS.

Tudo discorre e desliza naturalmente Não há esforço, tudo faz sentido.

O mundo encaixa em ti e não tu no mundo.

Fora esses momentos é a ânsia constante.

Fazer, fazer, fazer. Tudo é intenso.

Atinge, pica, corta o corpo. Atravessa-o em flechas de energia.

Leave a comment »

Distrair a Dor

Viver aos esticões. Puxa o choque da morte.

Formatar. O que dizer, o que fazer. Estar lá mas manter a retração à emoção-dor que desfaz ou nos leva para comportamentos pouco aceitáveis socialmente. Julgamos que desfaz, que nos torce, e por isso fugimos ao seu ímpeto, à sua força.

Seguimos a instrução da razão e mantemos essa nossa parte o mais longe de nós possível.

Camuflamos, distraímo-nos, rejeitamos entrar em contacto com esses sentimentos.

 

Porquê? Porque temos de manter a força, erradamente considerada ignorância, e evitar toda a paleta de sentimentos com o rótulo de negativos. Fortes, em domínio, alegres e felizes.

Rir é comunitário. Chorar e sentir dor é solitário.

E ajudamos os outros a seguir o padrão. Distrair a dor, fugir, escapar, não abraçar.

 

Sentidos aguçados pela mudança de redor. Pelas circunstâncias especiais.

E volto a ser incorporada pela Alma. E recomeço a pensar, sonhar, imaginar, fantasiar, a fazer, a querer…tudo ao mesmo tempo. E vem a pressa. O stress.

Calma…aos poucos. Pequenos passos. Ter prazer e não tornar obsessivas as atividades. Aos de repentes. Intensidade, voracidade, tudo dar, e vai vai, mais, mais.

Stress auto – infligido e…quando as circunstancias exteriores são mais propícias a esse vórtice, a tenacidade e “força” esmorecem, morrem. E então desabita-me tudo de uma só vez e não quero saber de nada.

Vida traz vida. Acontecimentos arrancam à inércia da depressão, aborrecimento, frustração.

INTERAÇÂO – palavra que me é recorrente como estratégia possível para uma âncora à vida.

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »