Cinderela no país das Maravilhas

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Esquecimento

É possível reaver memórias que julgava definitivamente perdidas.
Tão tantas e diversas. Fariam o que sou. A minha identidade. O passado não me interessa há muito.
Mas há outro passado antes do passado evitado, pantanoso. Uma história que parece eu ter vivido, vagamente.
Um outro eu que já fui. Que não sei caracterizar. Estranho….como se fosse uma vida de uma irmã que deixei de ver há muito. Falecida. Desaparecida.
E depois há o Eu presente. Que regressa a locais que em tempos tinham outras funções.
Em que decorreram histórias semiapagadas por um cérebro que criou várias vidas e registos numa só pessoa. Que acontece ser eu.
Aqui.. – quantos espetáculos? Quais? Com quem estava? Em que anos?
Como vivia e sentia naquela altura?
É possível reaver essas memórias?

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viva la vita!

Excesso. De vida. De pessoas, interação.
Turismo ao passado. Fotografar os locais do antigamente.
Falar sem pudor com qualquer pessoa. Início de conversas. Não é hipomania.

Não é doença. Novo Eu? Novo velho renovado Eu?

Apaixono-me por lugares. Novos. Velhos. Esquinas. O vitral de uma janela.

Pessoas abordam-me com comentários inusitados.
Peço informações sobre novas regras do transito no Bairro Alto. Paro.

Observo. Tomo o tempo. Tenho-o. Muitas vezes.
Fazer dele o melhor Tempo Presente do Mundo.
(Fazer do Presente um presente contínuo).

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janeiro 2012

Tudo e por nada.
Sinto, logo vivo.
Um pôr do sol lamechas distante. Impulsos concretizados. Desembaraço.
Aproximação fácil às pessoas. Rivotril. Sim. Autorizado por psiquiatra – tantos quanto precisar.
Alegria. À vontade. Descontradancepostcard1ção.
Novo acordo ortográfico.
Regressei. Sim. Aos compromissos. À vida. Às pessoas.
Em cerca de 10 dias.
Falo em público. Digo parvoeiras.
O idiota do P.V. à minha frente não me incomoda.
Rio-me para dentro da sua fanfarronice.

Organizar papéis. Escritos de memórias, estados, factos.
Coisas minhas. Quais valem a pena passar para PC com  intuito literário?

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