Cinderela no país das Maravilhas

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março 2016

Afundava-se na recorrente ansiedade que tudo ocupava e tomava –  os seus passos, a sua respiração, o engolir de qualquer refeição.

A sensação entranhada de que um mau acidente iria acontecer  – a mim ou aos meus

Flashes há já largos meses sobre tragédias a acontecerem. E o medo da morte é proporcional ao de querer viver .-  ambos desesperados.

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Stress

O stress/ansiedade atrapalham, tomam o  cérebro, instalam-se como se de um vírus se tratasse.

Encontrar estratégias para lidar com  eles.

Eles que paralisam e desestabilizam..

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Winter

It’s so cold in here
It’s so cold right now
I wish I had wings instead of arms
I wish my dreams were made of colours
And the sadness would be considered joy of living
I wish my crying would led me someplace
A place where sorrows were accepted as conquests

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2002.1

A vida começa agora. Não saber por onde começar. A adaptação ao exterior não é fácil.

A concentração na descoberta do pequeno e na beleza à volta não é facilitada pela cidade e bairro onde vivo. Demasiadas caras pesadas e tristes.

Não saber qual o caminho a tomar para procurar/encontrar outra Realidade.

Como? Sozinha e sem segurança alguma?

Ir com calma. Aceitar que o equilíbrio precário é muito recente, que as condições reais, tanto familiares como conjunturais não são favoráveis.

Hoje: apesar de não acreditar que me vá realizar a fazer o que quer que seja por 500 euros mensais – isso era o que auferia no primeiro emprego “sério” – , foi interessante rever duas pessoas associadas ao meu passado emoconal: Lázaro e Nuno Lisboa – coincidências ou o que quer que seja que o destino me queira dizer.

A reaproximação ao Zé não está a ser fácil. Impossível compreender como já senti algum fascínio por ele. É muito cansativo; o se cala e está sempre a debitar máximas e informação. Telefona-me muito. Mas é uma das poucas pessoas que me procuram de momento:  ele e dois tipos do ICQ, também eles…cansativos.

O Diogo (Deus me diga quem era…) invade o meu espaço, tal como o Zé. Não suporto o olhar embevecido deste último ao fixar-me (não devia ser assim suponho).

Reaprender a escrever, reaprender a comunicar.

É como se saisse de um coma profundo

Estar na minha casa agora angustia-me. O que fazer?

 

 

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Coisas

Psiquiatras: vejo/sinto que existe um novo discurso.

de “protejam-se !!” “Não se exponham quando em euforia, passou para  “Tem de se correr riscos”.

Fico a pensar porque é que isto aconteceu agora que sinto ter um grande auto-controlo.

Ler é difícil; necessidade constante de movimento físico, ando e vou mais longe daquilo que preciso,

No entanto alguma ansiedade e insegurança parece ser transversal a todos os estados.

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wait

If life let’s me be here a long time

I’ll wait

All my life

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